quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O meu primeiro post, o meu início no TT

Olá a todos

Conforme descrevi no cabeçalho, este blog foi criado para servir de livro de registos das experiências vividas no  mundo do TT turístico, e as alterações que vou fazendo ao meu bichinho.

Começo desde já por me apresentar, o meu nome é Pedro Santos, sou Engenheiro Civil e trabalho nas "obras".
Tenho 30 anos e sou natural de Rio Maior, mas, após o meu casamento passei a residir em Castelo Branco.
Neste momento encontro-me a trabalhar em Alfândega da Fé, numa das concessões problemáticas que estão neste momento a decorrer, a Subconcessão Douro Interior.

Nunca fui uma pessoa de ligar muito a desportos motorizados e a tunings de qualquer espécie, no entanto, quando via um jipe bem artilhado ficava sempre impressionado. De qualquer das formas, nunca pensei a sério em comprar um todo o terreno.

Nos últimos dias que trabalhei na A17, peguei na carrinha da obra, e fui dar uma volta pela obra, com chuva e lama com fartura, mais 2 colegas e amigos. Pura e simplesmente adorei... Andar com uma carrinha sempre a rabear no meio da lama, superar obstáculos que com chuva eram bastante complicados, espectáculo. No entanto, mesmo assim, não estava nos meus planos imediatos comprar um jipe, até porque estava a planear juntar-me com a minha mulher e no futuro vir a casar.

Entretanto, devido a um infeliz acidente que o meu sogro sofreu (foi atropelado numa passadeira em Castelo Branco), todos os nossos planos começaram a complicar. Estávamos a menos de 4 meses do casamento, no meio de todos os preparativos, comigo a trabalhar numa obra em Portalegre, e, devido ao acidente, tínhamos que tomar conta da actividade do meu sogro, agricultor e com ovelhas para tratar.

Como não tinha qualquer experiência de tractor e era necessário andar pelos campos a repor vedações e transportar gado, optámos pela compra de um jipe. Comprámos um Land Rover Discovery, modelo 300 Tdi, de Setembro de 94, com 190 000 km. Veio a revelar-se uma má compra na altura, visto que necessitava de muitos arranjos para o preço a que foi vendido, mas com o tempo, foi-se arranjando aqui e ali e já tem dado algumas alegrias.

Graças a Deus, o meu sogro recuperou, não a 100% mas suficiente para continuar a manter a sua vida anterior e neste momento o meu Cágado só serve mesmo para as brincadeiras.



Aqui está ele, junto à barragem de Idanha, numa das aventuras que mais tarde explicarei.

Bem hajam
Pedro Santos